Para os que sabem rir (…de si mesmos)

As sombras continuam lá. A luz já não atrapalha e o cachorrão do Maurão ficou pop. Teve samba, choro e blitz. Poderia ter sido sem palavras já que operamos em modo Bluetooth. A reza é brava e o santo é forte. E a Helga apareceu em todas e matou minha saudade. Dançamos até o chão e encaramos as escadas. Lembramos do atestado de solteirice com arroz arbóreo, dos casamentos de Cascais, pelo Skype e o do sem buquê. E, definitivamente, sabemos rir de nós mesmos. A Benedito continua igual, com seu buraco quente. A Vila e seus grafites. Bali é logo ali. Paris é uma festa. E São Paulo também é. Vocês são a família que escolhi pra mim. E tenho muito orgulho disso.