The Art Institute of Chicago

Quando sai de casa ontem não imaginei que iria dar de cara com uma tela do Pollock. Me lembro de ter adorado o filme de Ed Harris no começo dos anos 2000. Toda aquela tinta jogada na tela, aquela paixão doentia. O artista americano, influenciado pelo cubismo de Picasso e pós cubismo de Miró e kandinsky, foi o expoente máximo do expressionismo abstrato. Quando fiquei frente a frente com Greyed Rainbow (1953) choquei (como diriam meus amigos mineiros). E foi só dar mais uns passinhos, olhar pra cima e pirar com um dos mobiles do Alexandre Calder (que eu amo e tinha visto no Pompidou, em Paris, ano passado). O Instituto de Arte de Chicago é enorme e entre quadros do Monet, esculturas do Rodin, pinturas do Van Gogh, Picasso, Delacroix e tantos outros grandes nomes da arte mundial me senti pequenininha.

Em homenagem a Geraldine!!! Lightlane, 2009

Uma das mostras mais legais é a Arquitecture and Design. Hiperlinks, social Design, multimedia. A obra de Evan Gant e Alex Tee (lightlane, 2009) faria o maior sucesso em Amsterdam. Uma bicicleta com projeção digital. Duas barras verdes e a imagem universal de ciclista sendo projetada na pista. Já Keiichi Matsuda, ao som de Garota de Ipanema de Tom Jobim, dá sua versão do consumismo desenfreado na realidade alternativa de Domestic Robocop (2010).

http://www.artic.edu/aic/

15. December 2010 by renata
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Comments (2)

  1. O Calder no Pompidou foi muito marcante!!!!

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